quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Humor e sexo


Francis Obikwelu - atleta Europeu do ano

O africano Francis Obikwelu é um "Europeu (?)" que dedicou a medalha de prata conquistada em Atenas aos Deficientes Portugueses.
Num País denunciado pela ONU pela prática sistemática de actos racistas, esta atitude não deixou de constituir uma amarga ironia. O atleta veio da Nigéria para Portugal e começou a trabalhar nas "obras", por sorte alguém reparou nas suas faculdades para o atletismo e proporcionou-lhe condições para treinar.
O curioso é que sendo um atleta de velocidade pura, tenha dedicado a medalha às dezenas de milhar de portugueses que quotidianamente são obrigados a "correr" com barreiras e obstáculos, porque este país padrasto os ignora de maneira ignóbil e não lhes faculta condições de mobilidade. Francis Obikwelu, que curiosamente reside e treina em Espanha, é muito melhor que os governantes deste país que exultam com a distinção que lhe foi atribuída.

Leitura dinâmica

Se você conseguir ler as primeiras palavras o cérebro decifrará automaticamente as outras...

3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4. 4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.
0 R3570 3 F3170 D3 4R314

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

A evolução da autoridade


Terrorismo

A forma como nos estamos a comportar perante a ameaça terrorista vai moldar a nossa sociedade no futuro.
Em primeiro lugar tem que se reconhecer que nada justifica o terror. Seja em Madrid, Nova Iorque ou Israel.
Esta afirmação não deve porém escamotear que o fenómeno terrorista tem causas e que essas causas têm que ser tomadas em consideração, no processo de erradicação do terrorismo.
Todavia, o terrorismo tem uma característica que é geral. As motivações iniciais passam a ser meras referências sem densidade material. O terrorismo cai nas mãos dos operacionais, sem conteúdo político, cujo único objectivo é o terror, pelo terror.
Ao terror não se pode responder pela capitulação ou tentando passar desapercebido – o terror é cego e absurdo. Da lógica de um alvo preciso a abater, passou-se para a lógica da massa humana indiferenciada: Os alvos do terrorismo serão cada vez mais imprecisos e indetermináveis. O terrorismo precisa disso, dessa lógica cega e absurda, para implantar o terror absoluto e minar a vontade e as consciências.
O terrorismo é uma guerra de todos nós, porque pode atingir qualquer um de nós.

A mulher e a pérola

Discípulo:

- Sábio Mestre, poderia ensinar-me a diferença entre a pérola e a mulher?

Mestre:

- A diferença, humilde discípulo, é que numa pérola pode-se enfiar por dois lados, enquanto numa mulher somente por um lado.

Discípulo (um tanto confuso):

- Mas Mestre, longe de mim contradizer vossa himalaia sabedoria, mas ouvi dizer que certas mulheres permitem ser enfiadas pelos dois lados!

Mestre (com um fino sorriso):

- Nesse caso, curioso discípulo, não se trata de uma mulher, mas sim de uma pérola.

Meditemos ...

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Pergunta de uma caloira de medicina

Numa aula de biologia, o professor estava falando sobre o alto teor de glicose encontrado no sémen, quando uma caloira levantou o braço e perguntou:
- Se eu entendi bem, o senhor professor está dizendo que se encontra muita glicose no sémen. Seria tanto quanto no açúcar?
- Sim. Respondeu o professor.
- Então porque é que o gosto não é doce?
Após um silêncio de estupefacção, a classe toda rebentou numa gargalhada. A pobre garota ficou roxa de vergonha assim que percebeu quão impensada foi a sua pergunta. A resposta do professor, entretanto, foi clássica:
- O gosto não é doce porque as papilas gustativas que reconhecem o sabor doce, encontram-se na ponta da língua e não no fundo da garganta...

Obrigações domésticas

Fora de serviço

Alentejano distraído