sábado, 27 de janeiro de 2007

Reflexão

Nunca um coxo treinou atletas para a maratona nem um mudo deu aulas de dicção.
Só os padres não prescindem de dar conselhos sobre a reprodução e a sexualidade!
Dá que pensar...

Licenciatura do Homem

1º Ano
Introdução ao Futebol
Introdução à Gastronomia do Adepto
Calão Clássico
Métodos de Javardice
Informática Lúdica em Hora de Expediente
Introdução à Gestão da Tesão
2 º Ano
História da Conversa do Bandido
Gestão do Tempo fora de Casa
Introdução à Linguagem no Estádio
Antropologia do Adepto de Futebol
Ordinarice Aplicada
Calão Moderno
3º Ano
Engate Aplicado
História do Alterne em Portugal
Gramática Brasileira
Cultura Eslava
Introdução à Extinção da Paneleiragem
Métodos de Cunnilingus e Trancadas
4º Ano
Mentiras e Aldrabices Domésticas
Sexo Contemporâneo
Lerpa e Póquer
Gestão de Conflitos com Chefias
Métodos de Balda Laboral
Análise de Grelo e Mamas
5º Ano
Sociologia do Putedo
Percursos Nocturnos
Turismo Sexual
Truques e Fintas
Gestão de Conflitos Matrimoniais
Estágio

Velhos

Um septuagenário veste o casaco, preparando-se para sair de casa. A mulher, sentada em frente à televisão, pergunta-lhe:
- Onde é que vais?
- Vou ao médico -responde ele.
- Porquê? Estás doente?
- Não. Vou ver se ele me receita Viagra.
A mulher, levanta-se da cadeira de baloiço, e vai também buscar o casaco.
Ele pergunta-lhe:
- E tu onde é que vais?
- Vou também ao médico.
- Porquê?
- Se vais começar a usar uma coisa enferrujada, acho melhor ir vacinar-me contra o tétano...

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Realidades esquecidas

Depois da febre do consumismo e dos records em sms e em pagamentos através do multibanco, decidi colocar esta imagem que espelha uma realidade muitas vezes esquecida.
Abutres e crianças procuram alimento num aterro sanitário em Tegucigalpa, nas Honduras. Palavras para quê...

Elsa Raposo

Se há gaja que eu curto a valer é a Elsa Raposo.
Quantas gajas neste mundo se podem dar ao luxo de dizer que já fizeram muitos, mas mesmo muitos, gajos felizes ao ponto de ficarem com um ar embevecido semelhante ao que Marques Mendes fez ao ver o Alberto João Jardim discursar.
Ela tem sacrificado a sua felicidade para fazer os outros felizes. É certo que por vezes são momentos de felicidade mais rápidos que a viagem de Metro da Rotunda aos Restauradores. Mas isso não é culpa dela.
Os gajos não se aplicam e ela acaba por entrar noutra onda. Vejam até o que ela é capaz de fazer por um gajo. Tatuar o seu nome ... É verdade que depois teve que ir ao senhor doutor apagar o nome do dito cujo. Portanto, quando quiserem ter uma referência genuína do que pode ser uma gaja verdadeiramente gaja, basta irem ao quiosque mais perto ver as capas das revistas do coração. Se por acaso não virem a Elsa Raposo, numa delas, abraçada ou aos beijos a um qualquer, das duas uma: ou está fechada em casa a curar a depressão ou está na clínica a tratar de limpar a última tauagem. Se por acaso a virem na capa com outro gajo, fiquem felizes por ele enquanto a coisa dura. É apenas mais um gajo a entrar para a longa lista da felicidade provisória.
Elsinha, és grande.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Gato Fedorento - Gajas boas

Tempo

Suspiro a cinzento escuro, nestes dias. Tenho o céu todo a trovejar nos olhos.É muito cinzento, mesmo para um amor daltónico. Cansa-nos a alma mal ela acorda. Não lhe dá espaço para rasgar um ou dois vincos de riso. Nada. Arrasta-nos para o fundo do mundo.
Quando era (ainda) mais novo adorava estes dias. Estava intimamente ligado com o facto de não haver aula de educação fisica. E isso enchia-nos de coisas para fazer. Mesmo à custa de nunca as virmos a fazer.
Hoje em dia, mais precisamente hoje, desmancha-me. Vento, chuva e frio não alimenta muita esperança aos olhos. Pelo menos aos meus. Dá vontade de esconder o dia de toda a gente e esticar as pernas numa casa de janelas cimentadas. Os dias cinzentos têm esse duro dom de descansarem uma lupa sobre o que quer que nos doa peito adentro. A lupa é tão grande...
Que venha o sol, nem que seja por um quarto de hora, para nos lembrar que há vincos na alma.

Viagra


João e Maria

João e Maria estão lá pelos oitenta anos de idade. João comprou um par de sapatos novos e chega a casa:
- Maria o que achas?
- Acho de quê?
- Não notas nada de diferente?
- Não...
João vai à casa de banho, tira a roupa toda e volta apenas com os sapatos novos calçados.
- E agora? Já notas alguma coisa diferente?
- Não, o "coiso" continua pendurado para baixo, assim como estava ontem e como estará amanhã!
- E SABES PORQUE É QUE ELE ESTÁ PENDURADO PARA BAIXO?
- Porquê?
- Porque ele está a olhar para os meus sapatos novos!
- Hum... podias ter comprado um chapéu.

Resolução da asneira