quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Fun VIII







terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Vidas II

Todas as manhãs milhares de lisboetas cumprem o ritual do trânsito. Muitos são obrigados a fazê-lo devido aos incapazes transportes públicos, que apesar de reconhecidas melhorias nos últimos anos, continuam a não ser capazes de suportar todo o tráfego de pessoas em torno da capital em hora de ponta.
Pelo meio do ritual quase se criam famílias, portugueses típicos para todos os feitios, com carros para todos os tamanhos, desde os camiões que andam de obra para obra ou a distribuir vegetais, à moçoila que acaba de ajeitar o baton em frente ao espelho (quase batendo no da frente), ao pintas que tem de usar o seu "tuningzado" carro para ir para o trabalho que paga os cromados e ailerons, ao velhote que se encaminha para mais uma consulta tentando lembrar-se das queixas que tem e dos medicamentos que toma (numa clara prova de que se anda a esquecer de tomar os da memória), até a mim que tenho de desesperadamente chegar a horas para uma situação especial. No meio deste bulício todos andam a passo, todos têm tempo para se observar entre si, para barafustar para com o chico-esperto que finge que vai sair para a Repsol e afinal só estava a passar meia dúzia de carros pela direita, para tremer com a vibração dos aviões que nos passam por cima alheios ao nosso trânsito. Dá tempo para tudo, até para ler as gordas do jornal, acabar aquele relatório importante ou tomar o pequeno-almoço. Uns minutos à frente, e tão à portuguesa, descobre-se o motivo do pára-arranca... não há nada do nosso lado, mas no sentido contrário houve um acidente e há que gentilmente lentificar a nossa marcha e meter o bedelho na situação em causa. Afinal... quem está do lado de lá do separador faz parte desta nossa família...

O cérebro do homem

É enviado um neurónio ao cérebro de um homem. Ele chega, entra e não encontra nada.
- Há alguém aqui? - Pergunta baixinho.- HÁ ALGUÉM AQUI? OOOLÁAAA! NÃO HÁ NINGUÉM...? snif, snif
O pobre neurónio encontrava-se sozinho ali. Começou a ficar muito triste e seguia lamuriando-se:
- Eu aqui tão sozinho... snif... snif... para o resto da vida...snif!
De repente, ouve um ruído de alguém que se aproximava...Era outro neurónio que, ao vê-lo, pergunta:
- Que fazes aqui sozinho? Porque choras?
- Porque pensava, snif... que não havia ninguém e que ia ficar aqui para sempre sem companhia... snif...
- Tás maluco? Somos imensos! Estamos é todos lá em baixo, na outra cabeça, onde há uma g'anda festa... Eu só subi para vir buscar gelo!...



segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Gato Fedorento - Vai Dar Uma Ganda Volta

Reclamações femininas

Estavam todas as mulheres em uma reunião com São Pedro
- Queremos fazer 3 reclamações e esperamos ser atendidas...
São Pedro pega um lápis e um papel...
- Podem falar!
- Primeiro, queremos menstruar a cada seis meses em vez de todo mês.
São Pedro anota o primeiro pedido.
- Segundo, queremos ficar grávidas só por 3 meses porque 9 meses é muita coisa!!! São Pedro anota o segundo pedido e fala:
- E qual é o terceiro?
- Queremos que o p.é.n.i.s. do homem seja mais bonito, porque realmente é horrível!!!
São Pedro anota tudo e marca nova reunião para daí a 1 mês para dar as respostas de Deus. Um mês depois todos voltam a se reunir. São Pedro começa o discurso:
- O pedido nº 1 foi aceite parcialmente, vocês vão menstruar a cada 4 meses, porque o pedido de seis meses é muito longo e isso alteraria o objetivo da Criação...
- O pedido nº 2 também foi aceite só parcialmente. A gravidez será de 6 meses porque 3 meses é muito pouco. Isso alteraria o objetivo da Criação...
- Já o terceiro pedido foi negado totalmente por Deus...
As mulheres começaram a berrar e reclamar:
- Porquê, Senhor?
São Pedro responde:
- Porque se feio, peludo e desajeitado vocês chupam, lambem, beijam,alisam, sentam e pulam em cima, feito umas loucas, se fosse bonito, vocês iriam comer !!! E isso definitivamente alteraria os objetivos da Criação...

Livros infantis

Meus amigos, caso tenham filhos aviso-os que não há nada mais estúpido, ofensivo, imoral que os livros infantis. Estas pequenas obras do Demo, são um pequeno resumo contado de forma ligeira do antro de imoralidade em que está mergulhado o mundo. Sob a forma de livro ligeiro estas pequenas amostras do inferno corrompem as mentes, até então limpas, dos nossos jovens petizes.A história do Capuchinho Vermelho é um bom exemplo da farsa que representam estes livros. Por amor de Deus, qualquer bom entededor sabe que expressões como: "O lobo comeu a avózinha", são completamente imorais. Por favor meus amigos se querem que os vossos filhos tenham uma mente sã, saudável e limpa, por favor não os comprem mais estes pequenos livretes do Demo.

Babel - Trailer

Adorei este filme...Tal como os outros do mesmo realizador "González Iñárritu"....

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Bem guardado...


Vidas

Uma coisa que me chateia bastante é pensar que, daqui a uns anos, posso vir a ser um desses homens com fartos e farfalhudos bigodes, barriga que nunca mais acaba e cuja grande emoção diária resida no novo episódio da telenovela da noite ou então no jogo de futebol lá da aldeia. E pensar que se calhar já tenho 4 filhos com nomes horríveis, sempre a escorrer baba de chocolate e caramelo porque faz calos tomar conta dos putos, e eles com chocolates e caramelos calam-se na mesma, e os dentes ainda são de leite, que se lixe. E passar horas nos hospitais por causa de cabeças rachadas e de pés torcidos. E limpar a casa 3 vezes ao dia, depois de vir cansadíssimo de um trabalho que me enoja mas do qual já nem me queixo, podia ser pior, porque os putos andam a correr de um lado para o outro e a espalhar caramelo e chocolate pelo chão, olha que isso pega-se à carpete que comprámos no outro dia no Continente, promoção leve duas e oferecemos-lhes uma hora de vida decente, com filhos daqueles de reclame, giríssimos e arrumadíssimos, em vez dessas pestes feiosas que gerou e educou, fruto do teu ventre, amén, com a benção do padre e da família, num copo d'água para 300 pessoas, pago em suaves prestações durante 20 anos. E a cusquice das vizinhas, e o T3 nos arredores e o sonho de uma vida cumprido no dia em que fui ao mercado e estava lá um político a fazer campanha e apareci na televisão a dar beijinhos na bochecha do candidato do PS (ou será que era do PP?) às presidenciais, oubiste Maria?, olha que o telemóbel 'tá a ficar sem carga, ódespois ligo-te de casa, sim? ...

World Press Photo 2006

Um passeio de descapotável pelos destroços de um bairro de Beirute, no Líbano, deu ao fotojornalista norte-americano da agência Getty Images, Spencer Platt, o primeiro prémio do World Press Photo 2006.
A foto, captada em Agosto passado, mostra cinco jovens libaneses ricos a passear de descapotável pelas ruínas de um bairro no Sul da capital.