domingo, 18 de março de 2007

Em defesa da manutenção da privacidade dos bidés

Contrariamente à tendência moderna sobre a (falta de) utilidade daquela peça sanitária denominada bidé, considero que, em certas situações de falha de duche por variadíssimas razões (não há água, não há tempo, não há duche), a falta de uso do mesmo, seja para lavar um pé mais tranpirado ou outro pedaço de corpo que acabou de ser usado, é que é uma grande porcalhotice.
Coisas de educação, embora admita (teoricamente) que as pessoas transportem consigo miasmas insuportáveis a chulés, sovacadas e outros que tais, cujo decoro me impede de nomear aqui. Teoricamente, porque na prática criaturas malcheirosas que não se cheguem perto.
Mas cada um é como cada qual e o que me traz aqui não é a defesa da utilização do bidé, mas uma questão que me intriga enormemente:
- Porque carga de água nas casas de banho dos locais de trabalho existem bidés???
Alguém no seu juízo perfeito vai lavar alguma coisa (já não falando da falta de sabão, nem no facto de depois andar a pingar ou com bocados de papel agarrados à...sola do pé, por exemplo) num bidé utilizado por desconhecidos???

Illegal

Para todos aqueles que um dia desiludiram a mulher dos seus sonhos e para todas aquelas que se sentiram desapontadas e maltratadas por aqueles a quem confiaram a sua vida e os seus sonhos.
It should be illegal to deceive a woman's heart...

Bem pensado...

O patrão da F1, Bernie Ecclestone, quando questionado sobre o sucesso de Danica Patrick nas corridas americanas de Indycar e a possível inclusão de uma mulher nas corridas de F1, respondeu que pensava que as mulheres se devem vestir de branco como todos os outros electrodomésticos.
Vê-se bem que este senhor é antiquado. Ninguém lhe disse que agora existem electrodomésticos de outras cores?

Uma questão semântica

Cada vez que o estado atribui um subsídio, está a partir do pressuposto que os seus cidadãos de livre vontade não estariam dispostos a suportar a coisa subsidiada. Quando um governante defende a atribuição de um subsídio, está a assumir que, sozinho, tem um entendimento superior sobre o valor de certa coisa ao de cada um dos cidadãos individualmente. A bem da compreensão de futuros argumentos estatistas, seria razoável que cada vez que se falasse em subsídios se usasse a expressão "pagamento forçado de". Assim, em vez de falarmos em subsídios à empresa A, deveríamos falar em "obrigar os cidadãos que não querem produtos dessa empresa a pagá-los através de impostos"; quando falássemos em subsídios à cultura deveríamos usar "obrigar os cidadãos que não querem contribuír para a manutenção do produto cultural a fazê-lo"; e por aí fora... Para sermos ainda mais exactos, proponho que se acrescente a cada uma das expressões anteriores um "... assim como pagar à máquina estatal de cobrança e distribuição a sua percentagem".
Possivelmente não soará tão bem, é verdade, mas as discussões serão muito mais honestas se ficar bem esclarecido o que representam subsídios estatais.

Monty Python - Dead Parrot

Burrice


sexta-feira, 16 de março de 2007

Sexo depois de 20 anos de casados

Um casal dá um passeio pelo campo. Chegando a um local onde já tinham estado tempos atrás, a mulher diz para o marido:
- Querido, vamos fazer o mesmo que fizemos aqui, há vinte anos?
O marido tira as calças, a mulher encosta na cerca e o marido salta em cima com toda a pressa. Fazem amor como nunca tinham feito antes. Ela grita, contorce-se e agita-se descontroladamente, quando terminam, ela quase desmaia sem forças. Depois de a levar para o carro e a reanimar, o marido diz:
- Nossa, querida, você não se agitou dessa maneira naquela vez em que fizemos amor aqui há vinte anos!
A mulher, ainda recuperando o fôlego, finalmente consegue falar:
- Há vinte anos atrás, a porra da cerca não era eléctrica!

quarta-feira, 14 de março de 2007

Férias

Ai que bom estar de férias.
Isto de estar longe de casa, quebrar com as rotinas e aproveitar este sol magnífico é mesmo bom.
Estes dias de sol aqui junto ao mar, servem para purificar não só o ar dos pulmões, como também aliviar os neurónos de coisas mais negras...
Sabendo também que tudo está a dar certo, embora nada seja definitivo ainda, ajuda-me a ver com outros olhos esta vida que todos nós temos.
Uma verdade que procuro sempre seguir:
"A vida é fácil, nós é que a complicamos"

terça-feira, 13 de março de 2007

A loura e o pinguim

Uma loira acorda, chega ao quintal e depara com um Pinguim. Ao mesmo tempo, olha para o lado, vê o seu vizinho e diz:
- Já viu o que está aqui? Um pinguim!! O que é que eu faço?
O vizinho responde:
- Não sei! Olhe, leve-o ao Jardim Zoológico.
No dia seguinte, o vizinho olha para a casa da loira e vê-a a sair com o Pinguim preso com uma coleira e pergunta:
- Então, não levou o pinguim ao Jardim Zoológico ?
E a loira:
- Levei.... e gostou muito! Hoje vai ao Portugal dos Pequeninos !


segunda-feira, 12 de março de 2007

Pack DVD

"Corrupção" onde podemos encontrar um conjunto de obras extraordinárias: "O Saco Azul", de Fátima Felgueiras, " O meu sobrinho da Suiça", de Isaltino Morais, "A grande Mama alfacinha", a obra prima de Carmona Rodrigues, "As mãos na massa", de Valentim Loureiro e "Apito Dourado", o épico de Pinto da Costa. Aguardo ansiosamente os próximos volumes desta colecção.